Futsal: Seleção Sub-13 permanece na Liga de Prata
A Seleção Sub-13 Futsal Masculino disputou, de 14 a 17 de fevereiro, ao Torneio Interassociações do respetivo escalão, no distrito de Beja.
A Seleção Sub-13 Futsal Masculino disputou, de 14 a 17 de fevereiro, ao Torneio Interassociações do respetivo escalão, no distrito de Beja.
A Equipa Distrital estava inserida na Liga de Prata – em que irá permanecer na próxima temporada - e realizou quatro partidas, tendo somado uma vitória, um empate e duas derrotas, diante as congéneres de Viseu, Angra Heroísmo, Ponta Delgada e Madeira, respetivamente.
O Selecionador Distrital faz uma separação entre os dois primeiros encontros e os dois últimos, sentindo que a equipa teve dificuldades “em lidar com a adversidade e a frustração”.
“Se nos dois primeiros jogos fomos competentes e competitivos, nos dois últimos ficou um sabor agridoce, visto que tivemos dificuldades claras em entrar na disputa dos jogos, o que condicionou o processo”, explica.
Paulo Pedroso realça a importância deste tipo de contexto numa idade tão nova, uma vez que apela à superação e obriga a sair da zona de conforto.
“Muitas vezes, os meninos chegam com um baixo perfil competitivo, porque o seu próprio contexto não os obriga a mais e têm de superar-se na componente técnico tática e emocional do jogo. A riqueza da experiência será sempre em função do que eles conseguiram absorver e transportar para o seu dia a dia, nos clubes e na vida. Estamos certos de que todos levam algo mais”, garante.
O Treinador Distrital considera positivo o “foco para a tarefa e para o processo, nos dois primeiros jogos, que se traduziu, de forma global, num desempenho individual e coletivo mais dentro do que tínhamos vislumbrado”. Lamenta, ainda assim, a quebra, individual e coletiva, a partir do terceiro encontro.
“No quarto dia, apesar da qualidade de jogo ter melhorado de forma significativa, não teve expressão no resultado, o que nos tirou ânimo, rigor e foco”, refere.
O Técnico acredita que o cansaço fez-se notar e condicionou os jogadores, a partir do terceiro dia, “inclusive nas ações básicas”.
“Começámos a cometer muitos mais erros e, consequentemente, a impedir que estivéssemos dentro do jogo. É, com estes jogos e nestes contextos, que os meninos crescem competitivamente”, assegura.
Paulo Pedroso agradece o empenho de todos os jogadores e lembra que “a riqueza da experiência, independentemente de corresponder ou não às expetativas, vai muito além de um mero resultado”.
“Foram, como é premissa nossa, exemplares fora de campo e, dentro da quadra, tentaram sempre ser felizes”, concluiu.